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| Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. |
O cenário mostra o desembarque das tropas do Brigadeiro José da Silva Paes nos areais da margem sul da Barra do Rio Grande no dia 19 de fevereiro de 1737.
O quadro faz parte do acervo da Biblioteca Rio-Grandense.
A proposta deste blog é instigar a leitura, o conhecimento e a investigação dos processos históricos. Livros com temas ligados a História do RS e Hist. do Município do Rio Grande estão disponíveis para leitura ou download. Também serão abordados temas de "História e Terror", "Literatura Fantástica", "Graphic Novel-HQ" etc. Administradora: Rejane Martins Torres. Facebook: Professor Torres
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| Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. |
O cenário mostra o desembarque das tropas do Brigadeiro José da Silva Paes nos areais da margem sul da Barra do Rio Grande no dia 19 de fevereiro de 1737.
O quadro faz parte do acervo da Biblioteca Rio-Grandense.
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| https://www.bvcolecionismo.lel.br/ |
Na época este logradouro tinha a denominação de Rua Uruguayana (nome dado de 1865 em homenagem a rendição paraguaia ao Brasil na cidade de Uruguaiana). Até 1865 era chamada de Rua dos Cômoros.
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| Acervo: https://www.bvcolecionismo.lel.br/ |
Cartão-postal do editor Meira circulado em 1910.
Cena da Rua Riachuelo e a movimentação de embarcações no Porto Velho e a presença de guindastes.
Este era um dos pontos mais agitados do Porto devido a presença da Alfândega que realizava o controle aduaneiro das mercadorias de exportação e importação.
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| Xilogravura da execução de Peter Stubbe. Publicado por Lukas Mayer em 1589. |
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| https://metsul.com/radar/ |
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Besta de Gévaudan (1765). Gravura extraída de Gervais-François
Marolles. Biblioteca Nacional da França.
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A besta de Gévaudan (1764-67). A mãe Jeanne Jouve tenta salvar seu filho em 14-03-1765. Gravura de François Saint-Martin, Journal des Chasseurs, outubro de 1839. Biblioteca Nacional da França. |
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Besta
de Gévaudan exibido na corte de Luis XV em 20-09-1765. Gravura de M. François Antoine de Beauterne. Biblioteca Nacional
da França. |
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François Bertrand no cemitério. Imagem de Mémoires de M. Claude, Paris, 1880. |
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| Lobo de Ansbach em gravura alemã de 1685. |
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| Romasanta, o homem-lobo. La Ilustracion, Madrid, 26-06-1854. Acervo: Biblioteca Nacional de Espanha. |
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| Muralhas de Paris em 1450. Havia muitos buracos na parte inferior das muralhas por onde os lobos entravam. |
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| Acervo: https://www.bvcolecionismo.lel.br/ |
Já havia mostrado este cartão-postal numa postagem anterior. Porém, aquele cartão era colorido e este é preto e branco. A seleção de cor deveria tornar mais caro o cartão e fizeram duas opções para aquisição. Os dois cartões levavam o mesmo número que é a edição 18 da Livraria Americana.
Este cenário da Praça Tamandaré é um ângulo pouco retratado.
Em primeiro plano está o chafariz francês dos anjinhos colocado no Lago por volta de 1903. Desde 1876 ocupava a centralidade da praça e foi retirado para colocação do monumento a Bento Gonçalves da Silva.
Da direita para à esquerda estão os prédios do Hospital Beneficência, a Igreja do Salvador e o Palácio da família Poock.
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| Acervo: https://www.bvcolecionismo.lel.br/ |
Os cartões-postais fotográficos buscaram explorar um aspecto diferenciado de uma praça pública: um lago em que habitavam vários cisnes-de-pescoço-preto (Cygnus melanocoryphus).
Este é o único cisne sul-americano e pode viver até 25 anos. Sua maior presença geográfica é no litoral do Rio Grande do Sul.
Esta é uma das aves características da região do Taim, num período anterior a ser criada a reserva ecológica em 1986). O cartão deve ter circulado por volta de 1940.
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O espaço da Praça Dr. Pio sofreu ampla modificação estética para comportar o avantajado prédio em estilo art-deco. Seria o início para o sufocamento espacial da Catedral de São Pedro.
No presente se constitui em ruínas edificadas no centro nevrálgico da cidade. O debate interminável sobre o seu destino acompanha a decadência desta e de outras estruturas patrimoniais tradicionais da cidade.
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| Acervo: https://www.bvcolecionismo.lel.br/ |
Flagrante do então "Grupo Escolar Juvenal Miller" numa fotografia realizada do interior da Praça Sete de Setembro em direção a Avenida Silva Paes.
O cartão-postal em sépia foi editado por uma empresa fotográfica de Rio Grande que era a Casa Foto. Lançaram várias imagens da cidade entre 1950-1953. Portanto, observamos o Juvenal Miller nos primórdios dos anos 1950.
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| Acervo: https://www.bvcolecionismo.lel.br/ |
Era o ano dos festejos dos 200 anos de fundação da cidade do Rio Grande e se buscou marcar a memória dos milhares de trabalhadores civis e militares que tiveram sua trajetória de vida ligada a história local e nesta cidade encontraram o seu passamento.
A maioria destas pessoas não deixou registros sociais ou documentais detalhados de sua passagem pela urbe. Numa cidade industrial de destaque regional/nacional milhares de operários brasileiros e imigrantes estrangeiros aqui realizaram suas historicidades.
Há vários anos fiz um discurso neste local e era um evento no período de finados. Fiquei embaixo da cúpula e próximo a cruz. Sabia que neste local mais de 5 mil pessoas foram enterradas e inúmeras devido a epidemia de cólera. Escrevi um livro sobre a epidemia o que tornou o momento ainda mais vívido de imagens construídas do tempo pretérito. Foi um sensação diferenciada, através das palavras, buscar uma conexão com o passado repleto de vida e reconhecer, num momento de vibração, o papel de tantos obreiros e do esquecimento que pairou sobre tantas trajetórias ao longo dos séculos.
De forma ampla o monumento é como uma conexão com inúmeras memórias. Considero um espaço especial na cidade. Mesmo ele também ter se tornado um "obreiro desconhecido". Mas de fato o monumento pode ser um portal para as memórias.