| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6488 |
Escrava de ganho no Rio de Janeiro, cerca de 1865, pelo fotógrafo Christiano Junior.
A serenidade e a imponência desta mulher é hipnótica.
A proposta deste blog é instigar a leitura, o conhecimento e a investigação dos processos históricos. Livros com temas ligados a História do RS e Hist. do Município do Rio Grande estão disponíveis para leitura ou download. Também serão abordados temas de "História e Terror", "Literatura Fantástica", "Graphic Novel-HQ" etc. Administradora: Rejane Martins Torres. Facebook: Professor Torres
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6488 |
Escrava de ganho no Rio de Janeiro, cerca de 1865, pelo fotógrafo Christiano Junior.
A serenidade e a imponência desta mulher é hipnótica.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6506 |
Escravo Congo, em 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro.
Conforme o Arquivo Nacional, esta é a definição para Escravo Congo:
"O termo escravo de nação não necessariamente indica a etnia ou nação ou a precisa procedência geográfica dos cativos africanos. Na maior parte das vezes indica o lugar de embarque ou de aprisionamento do negro africanos que foi escravizado. Segundo o costume do tráfico, qualquer cativo exportado pelos mercados ligados à rede comercial do rio Zaire era considerado um congo. Logo, os escravos vindos desta região pertenciam a variados grupos étnicos. Na cidade do Rio de Janeiro, os congos eram considerados escravos com grande habilidade na agricultura, nos ofícios da arte e no trabalho doméstico. Destacava-se no grupo o costume de preservar suas tradições, celebrando o antigo reino do Congo em suas canções e coroando seus próprios reis e rainhas" (https://historialuso.an.gov.br/index.php/hlb/2055-gloss%C3%A1rio/2073-e/6194-escravo-de-nacao-congo).
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6493 |
Escravo de Ganho em 1865. Fotografia de Christiano Junior no Rio de Janeiro.
A imagem mostra a atuação de um Escravo de Ganho atuando como barbeiro. Era estipulada uma parte do ganho diário que deveria ser entregue ao seu proprietário. O que excedesse seria para os seus gastos e guardar para a compra da carta de alforria (documento oficial que garantia a liberdade desde que assinada pelo proprietário). Obtendo a carta o cativo passava à condição de negro forro ou liberto.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6490 |
Escrava de Ganho Vendedora no ano de 1865. Fotografia de Christiano Junior no Rio de Janeiro.
A mulher é vendedora de frutas pelas ruas do Rio de Janeiro. Esta atividade era essencial para o funcionamento da sociedade Colonial/Imperial. O menino deve atuar como vendedor ambulante.
Está no estúdio posando para o fotógrafo e fico impressionado com a expressão de altivez desta mulher ostentando com suas marcas tribais no rosto:
Além destas, inúmeras atividades eram exercidas por escravos de ganho.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6507 |
Escravo Monjolo, 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro.
No Brasil Colonial e Império, o termo Monjolo era uma referência ao trabalho exercido por um escravo e não a uma localidade na África ou a uma etnia originária.
O monjolo é uma máquina hidráulica utilizada para descascar e moer grãos de milho (ou outros), a triturar mandioca ou outras sementes/grãos.
O Escravo Monjolo é uma referência a estes trabalhadores escravizados das fazendas e áreas rurais que manejavam este equipamento que era movido com a força da água.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6503 |
Escravo - Mina em 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro.
Vejamos a definição do Arquivo Nacional para Escravo - Mina ou Preto Minas:
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6501 |
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6498 |
Escravo Cabinda em 1865. Fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro.
Vejamos o glossário do Arquivo Nacional referente ao termo Cabinba:
"Pequena porção de terra limitada ao norte pela República do Congo e ao sul e oeste pela República Democrática do Congo (antiga República do Zaire), compreende uma parcela do antigo reino do Luango e a quase totalidade dos velhos reinos do Ngoio e Cacongo. Portugueses, holandeses e ingleses estabeleceram postos de comércio, fábricas de extração de madeira e de óleo de palma nessa região. Após 1830, e especialmente nos anos de 1840, os esforços antiescravistas britânicos estimularam os negociantes a multiplicar os pontos de embarque, visando o contrabando de escravos para as plantações do Brasil e Cuba. Cabinda parece ter servido como o maior ponto de aterrissagem para mercadorias vindas do Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. Depois de descarregar as mercadorias em Cabinda, os negociantes as direcionavam – por barco ou por terra – para a Ponta da Lenha, onde seriam utilizadas para adquirir escravos. Em praticamente todas as listagens de escravos vindos para o Rio de Janeiro, havia referências aos cabindas, grupo que parecia tão numeroso quanto o dos angolas ou congos. Por ocasião da Conferência de Berlim (1884-1885), quando simultaneamente nasceram o Congo Belga (ex-Zaire e atual República Democrática do Congo) e o Congo Francês (ex-Congo Brazzaville e atual República do Congo), a atribuição de Cabinda a Portugal foi internacionalmente confirmada, adotando-se a designação Congo português" (https://historialuso.an.gov.br/index.php/hlb/2055-gloss%C3%A1rio/2071-c/5895-cabinda).
| https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829684&id=023501252863&pagfis=600 |
Almanach Popular Brazileiro para 1897 (Livraria Universal - Pelotas e Porto Alegre).
Anúncio da Alfaiataria e Fábrica de Luvas e Gravatas Ao Bom Tom localizada na Rua dos Andradas em Porto Alegre.
A gravura mostra o alfaiate tirando as medidas do cliente. Este padrão para confecção de roupas se manteve dominante por séculos. Já a aquisição nas lojas de roupas prontas possibilitou agilizar a aquisição do produto pelo consumidor e levou a reprodução industrial de inúmeros exemplares do mesmo modelo.
Na alta costura a confecção completa de uma roupa a partir do tecido ainda é fundamental. Fora deste restrito mercado, o uso de mão-de-obra de alfaiates e costureiras, na maioria das vezes, se volta a ajustes e adaptações de roupas produzidas industrialmente.
| https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829684&id=023501252863&pagfis=588 |
Anúncio publicado no Almanach Popular Brazileiro para 1897 (Livraria Universal - Pelotas e Porto Alegre).
Esta era a maior fábrica de calçados de Pelotas no final do século XIX e início do XX.
A Manufactura de Calçados Pelotense produzia cerca de 20 mil calçados por ano e empregava entre 150 a 200 operários.
| https://www.leiloesportaldascolecoes.com.br/peca.asp?ID=28189004#&gid=1&pid=1 |
Cartão-postal fotográfico sem editor identificado com legenda "Porto - Rio Grande (Sul)".
Trata-se do Porto Novo do Rio Grande, inaugurado em 1915, mostrando um intenso movimento de navios.
No canto esquerdo está a chaminé do Frigorífico Swift inaugurado em 1918.
Datação hipotética do cartão: década de 1930.
| Almanach Popular Brasileiro para 1894 (Livraria Universal - Pelotas e Porto Alegre). https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829684&id=023501252863&pagfis=225 |
O anúncio da Livraria Universal de Echenique & Irmão referenda a antiguidade deste lugar comum em casas comerciais. É uma pequena placa junto a caixa registradora de algumas lojas mais tradicionais, no tempo presente, com o dizer Fiado só Amanhã!
No caso da produção de material pedagógico para evitar falência de comerciantes, a Livraria Universal está vendendo um quadro com uma estampa litográfica colocada sobre cartão "representando em duas figuras alegóricas o fiel e verdadeiro contraste entre o comerciante que Vende Fiado - esquálido, desesperado, miserável - e o comerciante que Vende a Dinheiro - alegre, rechonchudo e opulento".
| https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829684&id=023501252863&pagfis=866 |
| https://es.numista.com/308182 |