Card Liebig de uma coleção sobre os Grandes Cavaleiros. Editado na década de 1930.
Gravura de um cavaleiro a galope: o Gaucho da Argentina e do Uruguai.
No pampa argentino, uruguaio e rio-grandense, floresceu este personagem emblemático ligado as fazendas de criação de gado bovino. Desde o século XVI foi referido como um vagabundo dos campos que buscava viver a margem da sociedade colonial (sem lei, sem rei e sem religião). Porém, a partir do século XIX passou a ser associado aos símbolos da valentia e da busca da liberdade, elementos essenciais na formação de uma identidade regional e nacional no Rio da Prata.
Passou a ser um símbolo gentílico que define até o presente as raízes culturais de argentinos, uruguaios e brasileiros (do Rio Grande do Sul).
O texto no verso do card, evidencia o desconhecimento pelos autores, da atuação histórica do gaucho ou gaúcho, que foi essencial na construção dos imaginários que forjaram referencias socio-culturais e políticos dos povos platinos:

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