Porto do Rio Grande em 1908

Porto do Rio Grande em 1908

segunda-feira, 9 de março de 2026

GABINETE DE NUMISMÁTICA EM 1902

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3314

Biblioteca Nacional na Rua do Passeio: Gabinete de Numismática. 

Fotografia de Antonio Luiz Ferreira datada de 1902. 

A fotografia mostra expositores com moedas e medalhas que são fontes para contar a história da humanidade. 

Em 1902, o acervo numismático fazia parte da Biblioteca Nacional sediada no centro do Rio de Janeiro. Em 1922 foi criado o Museu Histórico Nacional que recebeu este acervo. A Biblioteca Nacional se dedicou ao acervo bibliográfico, documental e hemeroteca. 

Preciosidades compõem a coleção de moedas do Museu Histórico Nacional. Um exemplo é esta moeda de ouro portuguesa produzida entre 1367-1383 no reinado de D. Fernando: 

Anverso: Ao centro, o rei D. Fernando I, de frente, de pé junto do trono, vestido com a armadura e coroado, com a espada erguida na mão direita, e apoiando a esquerda no escudo das quinas. de um e de outro lado da cabeça, uma cruz. no exergo, L, acostado por pontos. Legenda: FERNANDVS D G REX PORTVG.https://mhn.acervos.museus.gov.br/moedas-de-ouro/moeda-1201.



Reverso: Ao centro, as quinas e, em volta, dentro de dois círculos de pontos, oito castelos. Legenda: FERNANDVS : D : G : REX : PORTUGALI : ALhttps://mhn.acervos.museus.gov.br/moedas-de-ouro/moeda-1201

domingo, 8 de março de 2026

CAIS DA BOA VISTA NO L'UNIVERS ILLUSTRE

 

https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=22352816

https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=22352816


https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=22352816

Periódico francês L'Univers Illustre do dia 3 de janeiro de 1866 reproduziu uma gravura e um texto sobre a cidade do Rio Grande. 

O texto de Francis Richard não é lisonjeiro com as qualidades da cidade de "San-Pedro de Rio-Grande". 

A gravura do Cais da Boa Vista na Rua Riachuelo é uma das mais difundidas na Europa.  

PORTO ALEGRE - RIO GRANDE (1882)

 

https://www.betoassef.com.br/peca.asp?Id=26256893

Sobrecarta enviada de Porto Alegre para Rio Grande em 6 de agosto de 1882. O destinatário era o Sr. Vieira Mendes & Filhos.

O selo D. Pedro II (cabeça grande), no valor de 100 réis, foi obliterado com carimbo mudo. 

sábado, 7 de março de 2026

GETÚLIO VARGAS (1931)

 

https://www.tpleiloes.com.br/peca.asp?Id=26170936

Cédula de 10 mil réis emitida pelo Thesouro do Estado do Rio Grande do Sul em 1 de maio de 1931. 

A nota mostra Getúlio Vargas, ex-governador do RS, e que era o presidente da República no Governo Provisório. 

Litografia da Livraria do Globo (Porto Alegre). 

No verso o Banco do Rio Grande do Sul estabelecido na Avenida Mauá e Porto Alegre:

https://www.tpleiloes.com.br/peca.asp?Id=26170936

IGREJA DO SALVADOR

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?Id=28777140

Cartão-postal EDICARD (São Paulo) mostrando a Igreja do Salvador na cidade do Rio Grande. 

Esta igreja gótica anglicana foi edificada em Rio Grande nos primórdios dos 1900. 

Cartão da década de 1970. 

RIO GRANDE NO MAPA ESPANHOL

 

https://www.mcu.es/ccbae/es/consulta/registro.do?control=BAB20100017395#[#BAA20120076174##*##Rio%20Grande%20do%20Sul#]#%20-%20#[#BAA20060775793##*##Mapas#]#

"Mapa de la embocadura de el Rio de la Plata y sus contornos con las situationes de los puertos de mar de aquellas costas hasta el Rio Grande, que divide la jurisdiccion entre las Coronas de España y Portugal".

Desconhecia este Mapa espanhol que mostra um contexto geográfico amplo entre a embocadura do Rio da Prata com Buenos Aires, Montevidéo e Colônia do Sacramento e a costa oceânica até Rio Grande. Distâncias geográficas, porém, o contexto geopolítico está muito conectado neste período. 

Investigando o Mapa, veio a surpresa: o foco da preocupação espanhola é o povoamento e militarização da Barra do Rio Grande pelos portugueses: o surgimento da Comandância Militar do Rio Grande a partir de 1737. 

Para os espanhóis a fundação de Rio Grande foi de grande relevância, pois era uma base de apoio militar e logístico para a Colônia do Sacramento (fundada em 1680), um enclave português no Rio da Prata espanhol. Isto se confirma ao observar o destaque dado a Rio Grande com o "Plano particular de la Poblacion" e a Explicacion de los Puestos fortificados por los Portugueses".

 


Para melhor observar a estrutura criada em Rio Grande foi feito um pequeno mapa da povoação em que se observa a península com a parte superior sendo a Lagoa dos Patos (brazo del Miny - pareciam desconhecer a existência da Lagoa dos Patos e em Rio Grande haveria um braço da Lagoa Mirim) e a parte de baixo é o Saco da Mangueira. 

No lado direito temos o "fuerte de la poblacion" ou o Forte Jesus-Maria-José (com quatro baluartes nas imediações da atual Praça Sete de Setembro) construído a mando do comandante Silva Paes a partir de fevereiro de 1737. No lado esquerdo temos "cortadura" que é o Forte de Santana do Estreito que foi edificado até o final de 1737 (ficava na atual área da Hidráulica). 

A maior parte dos retângulos ou quadrados em rosa ficam na área entre a margem da Lagoa dos Patos proximidades da Rua Coronel Sampaio (Cais do Porto Velho ainda não edificado) até as imediações da atual Praça Tamandaré. Este é plano urbano original. Outras edificações estão na proximidade do Forte de Santana que foi abandonado por volta de 1752. 




Os espanhóis infiltraram espiões para acompanharem o crescimento populacional e o aparato militar em Rio Grande. Algum deles elaborou ou passou as informações para produzir este Plano particular de la Poblacion.  

Como este Mapa/Plano não está datado no acervo da Archivo General de Simancas (Espanha), hipoteticamente, considero que tenha sido elaborado em torno de 1740. 

sexta-feira, 6 de março de 2026

AQUEDUTO DA CARIOCA (1861)

 

https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/24044/les-aqueducs-a-rio-de-janeiro

Les Acqueducs à Rio de Janeiro ou Os Aquedutos do Rio de Janeiro é uma gravura na técnica litográfica publicada em 1861. A gravura é autoria de Charles Ribeyrolles a partir da fotografia de Victor Frond e o gravador é Bachelier (impressão Lemercier). 

Reproduzo um histórico do Aqueduto: 

"O Aqueduto da Carioca, como os Arcos eram chamados, foi construído para resolver uma questão que sempre foi paradoxal no Rio de Janeiro: o acesso à água. Instalada entre o mar e o morro e localizada numa região com muitas lagoas, manguezais e pântanos, a cidade cresceu lutando contra as áreas alagadas. Ao mesmo tempo, precisou de um complexo sistema de abastecimento para garantir água potável. 
As obras para distribuição hídrica começaram em 1719, com a canalização das nascentes do Rio Carioca, mas só terminaram em 1750, com a inauguração do Aqueduto. A construção ligava o morro do Desterro (Santa Teresa) ao de Santo Antônio e transportava a água até o Convento de mesmo nome, no atual Largo da Carioca (...) Construído com força de trabalho escravizada - indígena e africana -, o Aqueduto foi projetado pelo brigadeiro português José Francisco Pinto Alpoim" (https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/20233/arcos-da-lapa-de-aqueduto-a-viaduto)

https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/24044/les-aqueducs-a-rio-de-janeiro

quinta-feira, 5 de março de 2026

ESCRAVA DE GANHO (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6488

Escrava de ganho no Rio de Janeiro, cerca de 1865, pelo fotógrafo Christiano Junior

A serenidade e a imponência desta mulher é hipnótica. 

Reproduzo o verbete do Arquivo Nacional na definição de Escravo(a) de Ganho:

"Os jornaleiros, ou escravos ao ganho como são mais comumente conhecidos, representavam uma parcela significativa dos Escravos urbanos. Esses escravos realizavam trabalhos diversos, eram artesãos, barbeiros, vendedores, quitandeiras, quituteiras, carregadores, entre outras atividades. O escravo ao ganho tinha um senhor, a quem pertencia como os outros escravos, mas tinha uma certa autonomia de seu dono, não morando na mesma casa, não tendo um feitor, podendo circular mais livremente pelas ruas e praticar um ofício que lhe garantisse o sustento e alguma renda. No entanto, apesar da aparente liberdade, o escravo jornaleiro devia a seu senhor uma diária, normalmente alta, que era para ele uma fonte de renda importante, e caso não conseguisse pagá-la, poderia perder o “benefício” do ganho e sofrer castigos. O que sobrasse do seu Jornal, ou seja, da renda obtida no dia de trabalho, deveria usar na sua alimentação, moradia, e outras despesas, o que desonerava bastante o senhor, que economizava nos gastos com a sobrevivência do escravo. Com a ajuda das diárias, alguns escravos conseguiram acumular a quantia necessária para a compra de Alforrias" (http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br/glossario/index.php/verbetes/10-verbetes-iniciados-em-e/743-escravos-de-ganho#:~:text=Em:%20Fran%C3%A7ois%20Auguste%20Biard.,para%20a%20compra%20de%20Alforrias).

ESCRAVO CONGO (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6506

Escravo Congo, em 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro. 

Conforme o Arquivo Nacional, esta é a definição para Escravo Congo:

"O termo escravo de nação não necessariamente indica a etnia ou nação ou a precisa procedência geográfica dos cativos africanos. Na maior parte das vezes indica o lugar de embarque ou de aprisionamento do negro africanos que foi escravizado. Segundo o costume do tráfico, qualquer cativo exportado pelos mercados ligados à rede comercial do rio Zaire era considerado um congo. Logo, os escravos vindos desta região pertenciam a variados grupos étnicos. Na cidade do Rio de Janeiro, os congos eram considerados escravos com grande habilidade na agricultura, nos ofícios da arte e no trabalho doméstico. Destacava-se no grupo o costume de preservar suas tradições, celebrando o antigo reino do Congo em suas canções e coroando seus próprios reis e rainhas" (https://historialuso.an.gov.br/index.php/hlb/2055-gloss%C3%A1rio/2073-e/6194-escravo-de-nacao-congo). 

ESCRAVO DE GANHO (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6493

Escravo de Ganho em 1865. Fotografia de Christiano Junior no Rio de Janeiro. 

A imagem mostra a atuação de um Escravo de Ganho atuando como barbeiro. Era estipulada uma parte do ganho diário que deveria ser entregue ao seu proprietário. O que excedesse seria para os seus gastos e guardar para a compra da carta de alforria (documento oficial que garantia a liberdade desde que assinada pelo proprietário). Obtendo a carta o cativo passava à condição de negro forro ou liberto. 

ESCRAVA DE GANHO VENDEDORA (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6490

Escrava de Ganho Vendedora no ano de 1865. Fotografia de Christiano Junior no Rio de Janeiro. 

A mulher é vendedora de frutas pelas ruas do Rio de Janeiro. Esta atividade era essencial para o funcionamento da sociedade Colonial/Imperial. O menino deve atuar como vendedor ambulante. 

Está no estúdio posando para o fotógrafo e fico impressionado com a expressão de altivez desta mulher ostentando com suas marcas tribais no rosto:


Outras atividades essenciais desenvolvidas por escravos de ganho eram: comércio ambulante de doces, comidas típicas, hortaliças e artesanato; serviço de transporte de pessoas e de mercadorias, barris, dejetos, descarga nos portos; ofícios de barbeiro, extração de dentes, sapateiro, ferreiro, carpinteiro, pedreiro, consertos gerais; serviços gerais de lavadeira, engomadeira, ama de leite, consertos domésticos e faxineira.

Além destas, inúmeras atividades eram exercidas por escravos de ganho.  

ESCRAVO MONJOLO (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6507

Escravo Monjolo, 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro. 

No Brasil Colonial e Império, o termo Monjolo era uma referência ao trabalho exercido por um escravo e não a uma localidade na África ou a uma etnia originária. 

O monjolo é uma máquina hidráulica utilizada para descascar e moer grãos de milho (ou outros), a triturar mandioca ou outras sementes/grãos. 

O Escravo Monjolo é uma referência a estes trabalhadores escravizados das fazendas e áreas rurais que manejavam este equipamento que era movido com a força da água. 

ESCRAVO MINA (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6503

Escravo - Mina em 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro. 

Vejamos a definição do Arquivo Nacional para Escravo - Mina ou Preto Minas

"O termo “Minas” foi usado, entre os séculos XVII e XIX, como designação étnica de africanos escravizados e traficados para a América. Foram construídas identidades de acordo com a cor e procedência da população escravizada: minas, angolas, cabindas, benguelas, monjolos – identidades cunhadas por traficantes de escravos, europeus ou africanos, ou pela burocracia colonial, que tinham como função classificar e organizar a grande massa de africanos estabelecida no Novo Mundo. A expressão “preto Mina” carregava informações indispensáveis que acompanhavam o escravo por toda vida, mesmo que esse trocasse de proprietário ou conseguisse sua alforria; a cor e a origem eram atributos indeléveis. A identidade Mina estava diretamente relacionada aos africanos trazidos da Costa do Ouro na África Ocidental, ou Costa da Mina como era conhecida pelos portugueses, englobaria ainda a Costa do Marfim e, no século XVII, a Costa dos Escravos, portanto era usada para designar uma grande variedade de grupos étnicos e linguísticos. Segundo Juliana Barreto Farias e Mariza de Carvalho Soares, “eram no seu conjunto povos diversos que foram escravizados em diferentes momentos de suas histórias em função da demanda do comércio atlântico de escravos. Pode-se hoje afirmar que a “nação mina” engloba indivíduos que pertenceram a diferentes povos e que, dentre eles, os mais numerosos foram os conhecidos como de línguas do grupo gbe e do iorubá” (De GBE a Iorubá: os pretos Minas no Rio de Janeiro, séculos XVIII-XX. Revista África(s), v. 04, n. 08, p. 46-62, jul./dez. 2017). Usada pelos colonizadores como forma de identificação dos escravizados, a expressão também serviu como organização de grupos identitários com um passado étnico em comum, criando formas de sociabilidades do outro lado do Atlântico. A afirmação dessas identidades seria fundamental para a inserção do africano escravizado na sociedade urbana e suas redes de trabalho, religiosas ou de parentescos" (http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br/glossario/index.php/verbetes-de-a-a-z/28-verbetes-iniciados-em-p/1133-preto-minas). 

ESCRAVO ANGOLA (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6501

Escravo - Angola no Rio de Janeiro em 1865. Fotógrafo Christiano Junior

Escravo - Angola ou Preto de Nação Angola é assim definido no Glossário de História Luso-Brasileira do Arquivo Nacional

"O termo “escravo (ou preto) de nação” não necessariamente indica a etnia ou nação ou a precisa procedência geográfica dos cativos africanos. Na maior parte das vezes se refere ao lugar de embarque ou de aprisionamento do negro africano que foi escravizado. No caso do escravo de nação Angola, indica o cativo da região centro-oeste atlântica africana, em geral da região de Angola. Foi um dos grupos majoritários de escravos no Brasil, um dos três mais numerosos no Rio de Janeiro. Os escravos angola eram um dos grupos mais apreciados pelos senhores do Brasil tanto por serem considerados mais “pacíficos” que os de outras regiões da África, quanto pela sua boa condição física, além de se destacarem pela habilidade em trabalhos mecânicos e especializados" (http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br/glossario/index.php/verbetes-de-a-a-z/28-verbetes-iniciados-em-p/641-preto-de-nacao-angola). 

ESCRAVO CABINDA (1865)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6498

Escravo Cabinda em 1865. Fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro. 

Vejamos o glossário do Arquivo Nacional referente ao termo Cabinba:  

"Pequena porção de terra limitada ao norte pela República do Congo e ao sul e oeste pela República Democrática do Congo (antiga República do Zaire), compreende uma parcela do antigo reino do Luango e a quase totalidade dos velhos reinos do Ngoio e Cacongo. Portugueses, holandeses e ingleses estabeleceram postos de comércio, fábricas de extração de madeira e de óleo de palma nessa região. Após 1830, e especialmente nos anos de 1840, os esforços antiescravistas britânicos estimularam os negociantes a multiplicar os pontos de embarque, visando o contrabando de escravos para as plantações do Brasil e Cuba. Cabinda parece ter servido como o maior ponto de aterrissagem para mercadorias vindas do Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. Depois de descarregar as mercadorias em Cabinda, os negociantes as direcionavam – por barco ou por terra – para a Ponta da Lenha, onde seriam utilizadas para adquirir escravos. Em praticamente todas as listagens de escravos vindos para o Rio de Janeiro, havia referências aos cabindas, grupo que parecia tão numeroso quanto o dos angolas ou congos. Por ocasião da Conferência de Berlim (1884-1885), quando simultaneamente nasceram o Congo Belga (ex-Zaire e atual República Democrática do Congo) e o Congo Francês (ex-Congo Brazzaville e atual República do Congo), a atribuição de Cabinda a Portugal foi internacionalmente confirmada, adotando-se a designação Congo português" (https://historialuso.an.gov.br/index.php/hlb/2055-gloss%C3%A1rio/2071-c/5895-cabinda).