Porto do Rio Grande em 1908

Porto do Rio Grande em 1908

sábado, 14 de fevereiro de 2026

VARIG PORTO ALEGRE-SANTA CRUZ-SANTA MARIA (1931)

 

https://www.arsleiloes.com.br/peca.asp?ID=29004706#&gid=1&pid=1


Peça que será leiloada pela Graphos Arte (Brasília) traz a seguinte descrição: 

"Envelope histórico da VARIG referente ao primeiro voo Porto Alegre-Santa Cruz-Santa Maria, e vice-versa, datado de 23/02/1931. Apresenta logotipo alado da VARIG impresso em vermelho no canto superior esquerdo. Endereçado ao Sr. Anacleto da Cunha, com destino à cidade de Santa Cruz (RS). Possui selos brasileiros e selo aéreo da VARIG, com carimbo do Serviço Postal Aéreo de Porto Alegre. Documento comemorativo ligado aos primórdios do correio aéreo no Rio Grande do Sul. Peça de grande valor histórico e filatélico ligada à aviação comercial brasileira".

Portanto, o voo inaugural da VARIG entre Porto Alegre-Santa Cruz-Santa Maria ocorreu no dia 23 de fevereiro de 1931 e utilizou um avião Junkers F-13 que decolava/pousava em campo de pouso e não na água (hidroavião). 

Avançava a integração do interior do Rio Grande do Sul com a capital Porto Alegre através da aviação comercial de passageiros, correspondências e cargas.

VAPOR PARA RIO PARDO (1852)

 

https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=712248&id=43413007861835&pagfis=4

Atenção navegantes... 

No dia 22 de novembro de 1852, às 8 horas da manhã, vai partir do cais de Porto Alegre o Vapor Rio Pardense

Singrando pelo Guaíba tomaria o rumo do Rio Jacuí e seu destino final era a antiga Vila de Rio Pardo (1809) que passara ao estatuto administrativo de Cidade de Rio Pardo em 31 de março de 1846.  

Era uma viagem hidroviária de um pouco mais de cem quilômetros até o Porto de Rio Pardo que era um centro econômico e comercial de uma ampla região de influência. Só para lembrar que Santa Cruz, área colonial que dependia de Rio Pardo, começou a ser colonizada em 1849 e tinha um longo caminho para fazer avanços consistentes. 

E ainda recordando... quando pensamos na chegada de colonos alemães, era nestes vapores que ocorria o deslocamento até o Porto de Rio Pardo. E daí de carroça ou cavalos até as áreas coloniais do centro da Província. 

CANALETE EM RIO GRANDE

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=8391016&ctd=319

Cartão-postal fotográfico da Casa Foto (Rio Grande). 

Vista do Canalete da Major Carlos Pinto por volta de 1949-1950. 

LAGOA RODRIGO DE FREITAS (1822)

 

https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/17589/lagoa-de-freitas

Lagoa de Freitas no ano de 1822. Gravura do desenhista G. Hunt a partir da gravura do Tenente inglês Henry Chamberlain (editor Howlett and Brimmer).

Reproduzo um breve histórica da Lagoa obtido no site da Brasiliana Iconográfica:

"A história da Lagoa Rodrigo de Freitas está intimamente ligada à do Jardim Botânico, outro cartão postal do Rio de Janeiro. Habitada pelos indígenas Tamoios até os anos 1570, a lagoa era conhecida por diversos nomes, como Piraguá, Sacopenapã, Camamducaba, Sacopã ou dos Socós (raízes chatas). Mas a área foi logo conquistada pelos portugueses que, percebendo a fertilidade das terras, instalaram ali um primeiro engenho de açúcar, chamado de Engenho D'El Rei, na área onde se localiza o Jardim Botânico.

Com isso, a partir de 1577, foi criado o primeiro caminho, passando pelo que hoje é o bairro de Botafogo, que ligava o centro à lagoa. Dali, era possível pegar uma embarcação para chegar ao engenho ou às praias, hoje conhecidas como Ipanema e Leblon, ou seguir a cavalo pela estrada que foi aberta entre a lagoa e a encosta do Corcovado.

As terras férteis que se estendiam até os atuais Jardim Botânico e Gávea foram adquiridas, por volta de 1606, por Sebastião Fagundes Varela e nessa época ficou conhecida como a Lagoa do Fagundes. Ele ampliou sua propriedade e ao morrer era dono do que hoje se conhece como os bairros do Humaitá, Fonte da Saudade, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e Leblon.

A bisneta de Varela, Petronilha Fagundes (1671-1717), casou-se, em 1702, com o oficial da cavalaria e jovem português Rodrigo de Freitas Melo e Castro (1684-1748), que deu o nome pelo qual a lagoa é conhecida até hoje. A propriedade permaneceu com a família até 1808, quando a Corte portuguesa chegou ao Rio de Janeiro.

D. João VI (1767-1826) desapropriou o engenho da lagoa, que já estava abandonado desde a morte do oficial, o transformou na Fazenda Nacional da Lagoa Rodrigo de Freitas e construiu no local a Real Fábrica de Pólvora. D. João VI funda ainda, no mesmo local, um jardim para aclimatação de plantas exóticas, o Real Horto Botânico, que se tornaria o atual Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 

Até o final do século XIX, a área da lagoa permaneceu quase intacta, apenas alguns aterros haviam sido feitos na região do Leblon. Depois, o entorno da lagoa foi se urbanizando e sofrendo sucessivos aterros. Em 1809, o espelho d'água da lagoa tinha 4,48 milhões de m². Mas no século XX, sofreu tantos aterros que ficou reduzida quase à metade do seu tamanho. Em 1975, seu espelho d'água tinha 2,30 milhões de m². Somente no ano 2000, o tombamento foi oficializado e a sua geografia preservada" (https://www.brasilianaiconografica.art.br/artigos/23412/as-vistas-da-lagoa-rodrigo-de-freitas-ao-longo-do-tempo).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

ESTAÇÃO CENTRAL DO BRASIL (1870)

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8537

Fotógrafo Georges Leuzinger em 1870. Prédio da Estação Central do Brasil - Estrada de Ferro D. Pedro II

A Estação foi construída no Campo de Santana no centro do Rio de Janeiro e inaugurada em 1858 com seus 35 quilômetros iniciais.

 A Estrada de Ferro D. Pedro II tinha o objetivo ligar as províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, um projeto que se estendeu por quase meio século. 

Planta Geral da Estrada de Ferro Central do Brasil em 1890:

Por Governo do Estado do Rio de Janeiro - Arquivo Nacional, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=67849840

Em 1943, no mesmo local, frente ao crescimento da demanda e das linhas, foi inaugurado o novo prédio da Estação Central do Brasil. 

HOTEL ROYAL - CORUMBÁ

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3773

Cartão-postal do Hotel Royal construído pelo italiano Martino Santa Lucci no início dos anos 1900. 

O cartão é de 1910 e foi editado por M. Perez e Eudozio Lima

O Hotel Royal ficava localizado no centro da cidade de Corumbá no Mato Grosso do Sul. Décadas depois, o local foi utilizado como Prefeitura Municipal de Corumbá. O prédio, em estado precário no presente, possui um projeto de restauração em andamento. 

BANCO DA PROVÍNCIA (1958)

 

https://www.fridmancolecoes.com.br/peca.asp?Id=23859460#

Folhinha filatélica emitida pela Sociedade Filatélica Rio-Grandense (Porto Alegre) em 1 de julho de 1958. 

A data de emissão era comemorativa ao centenário de fundação do Banco da Província do Rio Grande do Sul em 1 de julho de 1858. 

Este banco foi um dos primeiros estabelecimentos de crédito do Brasil e o primeiro banco comercial da Província do Rio Grande do Sul. A tentativa de criar o banco recuaram a 1854 e encontrou resistência do Ministro da Fazenda que defendeu a criação de uma Caixa Filial do Banco do Brasil na cidade do Rio Grande, o que ocorreu em 3 de janeiro de 1855. 

Foi reproduzida na capa da Folhinha um bilhete ao portador no valor de 10 mil réis emitido pelo Banco da Província em junho de 1859. 

https://www.fridmancolecoes.com.br/peca.asp?Id=23859460#

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

DIAMANTINA

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/62

Rua Direita na cidade de Diamantina em Minas Gerais. 

Fotografia de Augusto Riedel do ano 1869. 

A primeira ocupação oficial de caráter colonizador em Diamantina (arraial de Tejuco) recua a 1713. O interesse era o garimpo de ouro, porém, serão os diamantes (a partir de 1729) o fator de impulso para o povoamento desta região da Capitania de Minas Gerais. 

Os diamantes atraíram a atenção das autoridades portuguesas que estabeleceram um rígido controle sobre a exploração e circulação. Luso-brasileiros e escravos africanos marcaram a formação social e cultural local. 

"Diamantina foi o maior centro de extração de diamantes do mundo no século XVIII, condição que se refletiu na evolução da cidade, desfavorecendo a formação de um espaço urbano arquitetônico na forma de uma praça representativa do poder político e religioso, como era então regra geral. Sua arquitetura civil tem referência especial pela extrema homogeneidade do seu casario. Possui uma estética sóbria, simples, porém refinada se comparada com outras cidades de sua época. Suas fachadas são bem geometrizadas e seu padrão foi sistematicamente reproduzido pela cidade, não havendo rupturas estilísticas importantes. Essas edificações apresentam evidentes testemunhos da reprodução do modelo cultural de origem portuguesa" (http://portal.iphan.gov.br).

Em 1999, Diamantina foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO.  

O ECLIPSE DE 1865 EM PETRÓPOLIS

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/622

Fotografia realizada próximo ao final do eclipse solar de 25 de abril de 1865 em Petrópolis

Observa-se a fachada principal do Palácio Imperial (atual Museu Imperial). Fotógrafo Revert Henrique Klumb

O eclipse solar ocorreu numa terça-feira, 25 de abril de 1865 quando a Lua passou entre a Terra e o Sol. O eclipse total é quando a Lua bloqueia toda a luz emitida pelo Sol. 

A faixa de totalidade deste eclipse (trajetória do cone de sombra da Lua sobre a superfície da Terra com cerca de 300 quilômetros de largura) cruzou Petrópolis e o Rio de Janeiro. A visualização em Petrópolis era ainda mais privilegiada por estar localizada a mais de 800 metros de altura. 

Como o dia vira noite, acredito que esta fotografia foi realizada quando já começava a clarear (se observa uma sombra em algumas árvores da direita). Por mais que o fotógrafo abrisse a angular e deixa-se em exposição para a placa ser sensibilizada, na escuridão de um eclipse o efeito deveria ficar mais esmaecido. Durante um eclipse total, em casos de não haver nebulosidade, pode se observar até estrelas. São especulações... 

Abaixo, o mapa da trajetória do eclipse solar de 1865. Em azul está a faixa de totalidade:

By Attribution: Eclipse Predictions by Fred Espenak, NASA's GSFC - http://eclipse.gsfc.nasa.gov/, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=16982936

PRAIA DO LEBLON

 

https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/8240

Praia do Leblon (Rio de Janeiro) no ano de 1919. Fotografia de Augusto Malta

Leblon, o teu nome é solidão... 

As imagens dizem mais do que as palavras. Como o espaço pode ser modificado pela ação humana em um século. 

Vista atual da Praia do Leblon. 

Por Arne Müseler / www.arne-mueseler.com, CC BY-SA 3.0 de, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=116745810.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

O PERDIGUEIRO DESAPARECIDO (1852)

 

https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=712248&pesq=&pagfis=4

Anúncio do desaparecimento, no dia 11 de novembro de 1852, de um cachorro perdigueiro na cidade de Porto Alegre. 

Quem o encontrasse poderia entregar na rua de Bragança na Botica (estabelecimento semelhante a farmácia) do Sr. Feliciano. 

Chamou a minha atenção colocar em jornal, no caso O Mercantil (Porto Alegre) o anúncio do desaparecimento de um cão ocorrido a 173 anos. Outro aspecto foi tratar-se da raça perdigueiro

A raça perdigueiro português tem registros em Portugal a cerca de mil anos. "A sua figura está representada entre outros numa lápide sepulcral visigótico-moçárabe da Igreja de S. João Baptista de Tomar (Séc. X), no Testamento Veteres de SªCruz de Coimbra (Séc.XII) e no Génesis de uma Bíblia portátil do Séc.XIII (Biblioteca Nacional de Lisboa). Desde o rei Afonso III (1248-1279) que aos cães destinados a caçar aves, era dado o nome de podengos de mostra, designação que permanece hoje em Espanha onde o cão de parar é conhecido por "perro de muestra" [Ordenações, 1261 - "...e os açoreiros que levem os podengos..."]. No Livro de Montaria de D. João I (1357-1433) é mencionado igualmente como podengo de mostra, ou seja um cão de "pés grandes" ( do grego podos - podengo), que evidenciava capacidade de parar perante a caça gozando de grande prestígio entre os seus utilizadores (A História do Perdigueirohttp://www.canildetorres.com/aahistoria).

Não encontrei fontes aprofundadas sobre a chegada da raça perdigueiro no Brasil. 

A hipótese é que, desde o século XVI, começaram a ser enviados nas caravelas portuguesas e se fizeram presente, mesmo que esporadicamente, no Brasil Colônia e Império. 

De forma mais explícita, por volta de 1770, há uma imagem que mostra cinco perdigueiros numa caçada realizada no Brasil: "O documento em causa é uma aquarela de Joaquim José de Miranda, (42,5 cm X 55 cm) da Colecção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo, intitulada «Cena da Expedição (ao Brasil) do Coronel Afonso Botelho de Sampaio e Sousa - 1768-73». Ilustra a página 2 do livro «Cotidiano e Vida Privada na América Portuguesa» Ed. Companhia das Letras-Brasil" (http://www.canildetorres.com/artperdigueirosbrasil.html).

Joaquim José de Miranda. Cena da expedição do Cel. Afonso de Sampaio e Souza (1768-1763).

Antes do perdigueiro de Porto Alegre, que não se sabe se foi encontrado, muitas gerações desta raça já conviviam no Brasil. 

Recordo com carinho da Diana, cachorra perdigueiro que era do meu pai. Era dócil e, quando criança, eu brincava com ela. Só agora fiquei sabendo que vinha de uma raça tão antiga que remontava a algumas regiões da Península Ibérica, em terras de Portugal. 

IMPOSTOS EM 1876

 

https://www.albertolopesleiloeiro.com.br/peca.asp?Id=21528804

Documento de importação da Alfândega da cidade do Rio Grande datado de 3 de outubro de 1876. 

O objetivo é a cobrança de impostos da carga deste navio vindo da Antuérpia e que tivera o destino anterior no Rio de Janeiro. 

Cada navio que chegava ao Porto do Rio Grande era fiscalizado para cobrança de taxas que recaiam nos produtos importados. 

Assustador os inclementes impostos cobrados há 150 anos?

Talvez não, pois, tem coisas que não mudam e apenas se aprimoram. 

No ano de 2025 a arrecadação federal no Brasil foi de R$2,887 trilhões. Valores basicamente impensáveis, mas, que sempre são insuficientes frente aos gastos. Esta foi a maior arrecadação da série histórica a partir do ano 2000. E não terá sido uma das maiores arrecadações de toda história brasileira? 

E o pé no acelerador continua pesado em 2026! Em apenas 42 dias do ano o imposto arrecadado já foi de mais de 536 bilhões de reais. Ou seja, como comparação, daria para comprar 7 milhões e 700 Jeeps Renegade neste início de ano (https://impostometro.com.br/). Não me perguntem onde guardar estes 7 milhões de Jeeps...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

CHARRUA (1834)

 

https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/3724/1/006245-1_IMAGEM_028.jpg

Gravura clássica de 1834 com um Chefe Charrua desenhado por Jean Debret.

Postura altiva e de guerreiros sob o cavalo é uma das representações dos Charrua

A partir de relatos do século XVI estes indígenas estavam localizados entre os Rios Paraná e Uruguai na província argentina de Santa Fé. Frente ao avanço espanhol e das Missões Jesuíticas, estes grupos -que resistiram a expansão colonial-, foram se deslocando para áreas do Uruguai e Rio Grande do Sul. 

Em 1831, o governo uruguaio de Fructuoso Rivera busca exterminá-los no Massacre de Salsipuedes quando muitos Charruas são mortos ou aprisionados. Foi o primeiro grande golpe na tentativa do desaparecimento da etnia que continuava a resistir à presença dos colonizadores europeus. 

ALFÂNDEGA E PORTO VELHO (1905)

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=13660666&ctd=32

Cartão-postal fotográfico enviado do Rio de Janeiro para a Inglaterra em 1 de agosto de 1905. 

Este é um dos cenários mais marcantes para os navegantes que chegavam ao Porto Velho do Rio Grande

O portentoso prédio da Alfândega do Rio Grande foi construído entre 1874-1879. 

Pelas bandeiras estendidas a partir da torre e movimento de populares, inferimos que está ocorrendo algum festejo, possivelmente, cívico. 

Na área central esta a Rua Ewbank que liga com a Rua Marechal Floriano (prédios ao fundo): 


O prédio no lado direito é a Câmara do Comércio fundada em 1844: 


Verso do cartão:


https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=13660666&ctd=32

SANTA MARIA (1904)

 

https://www.ebay.com/itm/187455375407

Cartão-postal fotográfico do editor Phot. Bocqué com data manuscrita 29 de agosto de 1904.

O cenário é a Rua do Acampamento em Santa Maria. Personagens em carruagens estão posando para o fotógrafo que está com o equipamento montado no meio da rua que ainda era de chão batido.