| https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=1843971 |
Envelope relativo as "Grandes Comemorações do Bicentenário de Porto Alegre" em 5 de novembro de 1940.
A proposta deste blog é instigar a leitura, o conhecimento e a investigação dos processos históricos. Livros com temas ligados a História do RS e Hist. do Município do Rio Grande estão disponíveis para leitura ou download. Também serão abordados temas de "História e Terror", "Literatura Fantástica", "Graphic Novel-HQ" etc. Administradora: Rejane Martins Torres. Facebook: Professor Torres
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Envelope relativo as "Grandes Comemorações do Bicentenário de Porto Alegre" em 5 de novembro de 1940.
| https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=700088&pesq=&pagfis=68 |
Almanach Pariziense (Paris), 1882.
A proximidade entre Brasil e França possibilitou a publicação até de Almanaques divulgando produtos franceses aos brasileiros que viajam ou que adquiriam no Brasil.
Um dos anúncios é do Collares Royer - Electro-Magneticos contra as convulsões e para facilitar a dentição das crianças.
Outro anúncio é para hospedagem na capital francesa: Paris Grand Hotel Brésilien que era propriedade de Paulo Cohen que morou muitos anos no Brasil. Localizado no centro da cidade e perto dos boulevards, ainda havia uma facilidade: "fala-se português".
| https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=829625&id=3138604789545&pagfis=152 |
Almanach (Paris) do ano de 1896.
Anúncio de uma máquina de costura New Home modelo Climax em que um menino argumenta com a mãe que não será mais xingado por ter rasgado a calça na escola. Rapidamente, a mãe poderia concertar o estrago utilizando a máquina.
A New Home Sewing Machine Co. foi fundada em 1876 em Organge, New Jersey (EUA). A qualidade das máquinas de costura eram asseguradas pela empresa que fornecia um certificado de 20 anos de garantia do produto.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3314 |
Biblioteca Nacional na Rua do Passeio: Gabinete de Numismática.
Fotografia de Antonio Luiz Ferreira datada de 1902.
A fotografia mostra expositores com moedas e medalhas que são fontes para contar a história da humanidade.
Em 1902, o acervo numismático fazia parte da Biblioteca Nacional sediada no centro do Rio de Janeiro. Em 1922 foi criado o Museu Histórico Nacional que recebeu este acervo. A Biblioteca Nacional se dedicou ao acervo bibliográfico, documental e hemeroteca.
Preciosidades compõem a coleção de moedas do Museu Histórico Nacional. Um exemplo é esta moeda de ouro portuguesa produzida entre 1367-1383 no reinado de D. Fernando:
| https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=22352816 |
| https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=22352816 |
| https://www.rmgouvealeiloes.com.br/peca.asp?Id=22352816 |
O texto de Francis Richard não é lisonjeiro com as qualidades da cidade de "San-Pedro de Rio-Grande".
A gravura do Cais da Boa Vista na Rua Riachuelo é uma das mais difundidas na Europa.
| https://www.tpleiloes.com.br/peca.asp?Id=26170936 |
Cédula de 10 mil réis emitida pelo Thesouro do Estado do Rio Grande do Sul em 1 de maio de 1931.
A nota mostra Getúlio Vargas, ex-governador do RS, e que era o presidente da República no Governo Provisório.
Litografia da Livraria do Globo (Porto Alegre).
No verso o Banco do Rio Grande do Sul estabelecido na Avenida Mauá e Porto Alegre:
| https://www.tpleiloes.com.br/peca.asp?Id=26170936 |
| https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/24044/les-aqueducs-a-rio-de-janeiro |
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6488 |
Escrava de ganho no Rio de Janeiro, cerca de 1865, pelo fotógrafo Christiano Junior.
A serenidade e a imponência desta mulher é hipnótica.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6506 |
Escravo Congo, em 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro.
Conforme o Arquivo Nacional, esta é a definição para Escravo Congo:
"O termo escravo de nação não necessariamente indica a etnia ou nação ou a precisa procedência geográfica dos cativos africanos. Na maior parte das vezes indica o lugar de embarque ou de aprisionamento do negro africanos que foi escravizado. Segundo o costume do tráfico, qualquer cativo exportado pelos mercados ligados à rede comercial do rio Zaire era considerado um congo. Logo, os escravos vindos desta região pertenciam a variados grupos étnicos. Na cidade do Rio de Janeiro, os congos eram considerados escravos com grande habilidade na agricultura, nos ofícios da arte e no trabalho doméstico. Destacava-se no grupo o costume de preservar suas tradições, celebrando o antigo reino do Congo em suas canções e coroando seus próprios reis e rainhas" (https://historialuso.an.gov.br/index.php/hlb/2055-gloss%C3%A1rio/2073-e/6194-escravo-de-nacao-congo).
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6493 |
Escravo de Ganho em 1865. Fotografia de Christiano Junior no Rio de Janeiro.
A imagem mostra a atuação de um Escravo de Ganho atuando como barbeiro. Era estipulada uma parte do ganho diário que deveria ser entregue ao seu proprietário. O que excedesse seria para os seus gastos e guardar para a compra da carta de alforria (documento oficial que garantia a liberdade desde que assinada pelo proprietário). Obtendo a carta o cativo passava à condição de negro forro ou liberto.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6490 |
Escrava de Ganho Vendedora no ano de 1865. Fotografia de Christiano Junior no Rio de Janeiro.
A mulher é vendedora de frutas pelas ruas do Rio de Janeiro. Esta atividade era essencial para o funcionamento da sociedade Colonial/Imperial. O menino deve atuar como vendedor ambulante.
Está no estúdio posando para o fotógrafo e fico impressionado com a expressão de altivez desta mulher ostentando com suas marcas tribais no rosto:
Além destas, inúmeras atividades eram exercidas por escravos de ganho.
| https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/6507 |
Escravo Monjolo, 1865, fotografado por Christiano Junior no Rio de Janeiro.
No Brasil Colonial e Império, o termo Monjolo era uma referência ao trabalho exercido por um escravo e não a uma localidade na África ou a uma etnia originária.
O monjolo é uma máquina hidráulica utilizada para descascar e moer grãos de milho (ou outros), a triturar mandioca ou outras sementes/grãos.
O Escravo Monjolo é uma referência a estes trabalhadores escravizados das fazendas e áreas rurais que manejavam este equipamento que era movido com a força da água.