Porto do Rio Grande em 1908

Porto do Rio Grande em 1908

domingo, 9 de agosto de 2026

RARIDADE DA AEROFILATELIA BRASILEIRA (1927)

 

https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=29801557

https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=29801557


Fiquei curioso ao ver a descrição deste envelope da Filatélica Junges: "GRANDE RARIDADE: Vôo Experimental da VARIG - De 2 de fevereiro de 1927. Com o raro carimbo "VIA RIO GRANDE PELO HIDRO-AVIÃO" - de Porto Alegre à Pelotas e com carimbo de chegada no verso. Trata-se da peça mais rara da Aerofilatelia Brasileira". O valor da peça para ser leiloada é de R$65.000,00 

Este envelope/carta foi enviado de Porto Alegre no dia 2 de fevereiro de 1927 e recebeu o carimbo em Pelotas no dia 3. 
A correspondência foi enviada para o Sr. Dias no jornal Diário Popular

Após a escala em Pelotas, o hidroavião Atlântico seguiu viagem experimental para Rio Grande com provado no carimbo "via Rio Grande pelo hidroavião". Este foi o primeiro vôo comercial realizado no Brasil. A empresa responsável era a alemã Condor Syndicat e, em 7 de maio de 1927. foi criada a VARIG

Reproduzo do site https://www.varig-airlines.com/pt/20.htm, alguns trechos desta história pioneira: 

"A criação da uma empresa de transporte aéreo brasileira surgiu na mente de Otto Ernet Meyer Labastille, um alemão nascido em 1897 em Neider-Marschhacht, ex-oficial-aviador da Aviação Real Prussiana. Ele emigrou para o Brasil em 1921, contratado por uma empresa alemã em Recife. Otto Meyer tentou criar uma empresa de transporte aéreo em Recife e depois no Rio de Janeiro, mas só encontrou o apoio necessário em Porto Alegre.

Em 1926 ele partiu para Alemanha em busca de aeronaves e funcionários experientes. Lá ele fez um acordo com a companhia aérea alemã Condor Syndikat: a empresa forneceria um avião e funcionários para operar a aeronave em troca de 21% da futura companhia aérea brasileira.

A Condor Syndikat recebeu autorização para voar no Brasil no dia 26 de janeiro de 1927 e no dia 3 de fevereiro foi inaugurado o primeiro voo comercial do Brasil. No dia 7 de maio de 1927 foi criada oficialmente a Viação Aérea Rio Grandense, ou simplesmente, VARIG. A primeira aeronave da empresa foi o Dornier Wal, batizado de "Atlântico". A primeira rota da VARIG ficou conhecida como a "Linha da Lagoa" e ligava Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande. O voo era feito em baixa altitude, entre 20 e 50 metros, sobre a Lagoa dos Patos, numa velocidade de cruzeiro de 160 km/h. O avião tinha capacidade para levar 9 passageiros. No check-in, o passageiro era pesado junto com a sua bagagem, e se passasse de 75 kg era cobrado como excesso. Também eram distribuídos para os passageiros, algodão e chicletes. O algodão servia para colocar nos ouvidos para abafar o barulho dos motores e os chicletes para aliviar o desconforto causado pela mudança de pressão. O voo durava cerca de duas horas e 20 minutos, bem mais rápido do que uma viagem de trem e o bilhete não era muito mais caro.  A VARIG construiu uma rampa e algumas oficinas na Ilha Grande dos Marinheiros, na foz do Rio Jacuí, bem em frente a cidade de Porto Alegre, para servir como base de operações".

RIO PARDO

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=29324458&ctd=35

Cartão-postal fotográfico sem identificação de editor. 

Observamos na cidade de Rio Pardo, a Rua Andrade Neves no sentido oeste para leste. 

A aparência do céu é de nuvens de temporal de verão. A direção das nuvens de chuva é Porto Alegre (localizada a 150 quilômetros). É uma força de expressão, pois a nuvens devem estar muito mais próximas... 

Se é verão, o calor é intenso na cidade de Rio Pardo e a circulação de ar refrescante é rara. Ninguém caminhando na rua "principal" reforça a possibilidade do calor excessivo.

Muitos dias de calor passei nesta cidade e sei de carteirinha o sufoco da porção central do Rio Grande do Sul acima dos 30-35 graus.  

Acredito ser uma imagem do final da década de 1940. 

sábado, 8 de agosto de 2026

O ENVELOPE QUE SOBREVIVEU À TRAGÉDIA (1930)

 

https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=29801618&ctd=522

Envelope de uma carta enviada no dia 6 de novembro de 1930 tendo como destinatário a empresa J. Moreira & Cia na cidade de São Paulo. 

A carta foi remetida via mala postal do hidroavião Potyguar (Junkers G24) da empresa Syndicato Condor que ligava Porto Alegre ao Rio de Janeiro desde o dia 29 de outubro de 1930. 

A correspondência recebeu carimbos do Syndicato Condor em São Paulo nos dias 10 e 11 de novembro. Foram quatro a cinco dias para chegar de Porto Alegre a São Paulo... É muito tempo! 

De fato, o Potyguar sofreu um acidente na altura do Rio Iguape, no litoral paulista. Era o dia 7 de novembro e um forte temporal provocou falha no motor e o piloto fez um pouso de emergência satisfatório. Porém, fortes ventos empurraram o avião contra ondas provocando a morte de um passageiro (eram 6 passageiros e 3 tripulantes).

A mala postal molhou, porém, foi recuperada. 

Este envelope é um documento escrito que sobreviveu a tragédia, sendo entregue com alguns dias de atraso.  

https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=29801618&ctd=522

RUÍNAS DE SAN IGNACIO MINI

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=29324451&ctd=28

Este cartão traz um grave erro de identificação de um Patrimônio Mundial da UNESCO (1984). 

A peça fotográfica deve ter sido editada na primeira metade da década de 1940, pois traz a identificação do Departamento de Propaganda. O DIP foi criado por Getúlio Vargas em 1939 e funcionou até 1945. 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=29324451&ctd=28

O cartão situa no Brasil as ruínas jesuítico-guaranis de San Ignacio (Mini). De fato, elas estão localizados na Província de Missiones, na Argentina

Ter se apossado de San Ignacio poderia gerar um confronto diplomático com o governo argentino durante a II Guerra Mundial? 

Mas, há um fundamento histórico para esta confusão da legenda? 

Sim. A primeira redução/missão de San Ignacio Mini foi estabelecida na Província do Guairá (atual Paraná) em 1610. Frente ao ataque dos escravistas paulistas (1628-1632), o povoado foi abandonado e reconstruído mais distante. Em 1632, se estabeleceu na atual Província de Missiones, sendo parte da história da atual Argentina. Enfatizo "atual" devido a mudança político-administrativas até a consolidação do que hoje entendemos por países da América do Sul.  

No lado brasileiro, na primeira redução que foi abandona no Paraná, restaram apenas ruínas sem impacto visual, mas com evidências materiais no solo. Evidências históricas necessitarão de trabalhos arqueológicos.  

Já este portal em San Ignacio Mini, mostrado na fotografia do cartão, é um exemplo marcante do estilo arquitetônico barroco missioneiro e a redução é uma fascinante visita a estética da Companhia de Jesus dos séculos XVII-XVIII.

Abaixo, em San Ignacio, um exemplo da escultura em pedra com o monograma da Companhia de Jesus:

https://whc.unesco.org/en/list/275/gallery/

 Esta redução esteve oculta na vegetação até a década de 1890, sendo redescoberta e recebendo trabalhos de recuperação na década de 1940. 

Abaixo, o portal (e área ampliada de ruínas) que foi reproduzida na fotografia do problemático cartão: 

https://whc.unesco.org/en/list/275/gallery/

CONHECIMENTO DE EMBARQUE MARÍTIMO (1796)

 

https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=29801526&ctd=430#

Documento de Conhecimento de Embarque Marítimo expedido em Pernambuco por João Antonio Salgado em 16 de abril de 1796. 

Salgado é o comandante do paquete Glória e Remédios, o responsável pelo transporte e pela veracidade da declaração. 

O Conhecimento de Embarque Marítimo é um recibo emitido pelo transportador confirmando que as mercadorias foram carregadas no navio. É uma prova do embarque da carga em boas condições sendo uma prova comercial de uma obrigação contratual. 

O documento traz o escudo de armas de Portugal. Até 1822, o Brasil tinha o estatuto de Colônia subordinada a metrópole portuguesa.

 


Observamos um fragmento da história que foi manuscrito há 230 anos. 

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

TEMPORAL DE AGOSTO

https://satelite.inmet.gov.br/, 08-08-2026, 00h30. 

 Incrível imagem do ciclone bomba que se formou no dia 6 e 7 de agosto. A extensão vai do Rio de Janeiro até o limite sul da América do Sul no Cabo Horn (na Terra do Fogo). São mais de 4 mil quilômetros de extensão. 

O vento não causou tantos estragos no Rio Grande do Sul devido ao distanciamento da parte continental quando da formação/consolidação do ciclone extra-tropical. Porém, duas mortes foram registradas no Rio Grande do Sul e no Uruguai. Ventos chegaram a 121 km/h. Residências sofreram danos e muitas árvores caíram.  

A intensa linha de estabilidade que antecedeu o início dos ventos ciclônicos provocou danos em várias cidades além de um tornado F2 (200 km/h) em Pedro Osório.  

Rio Grande foi relativamente poupada de danos no temporal/vendaval. 

Reproduzo uma sequência de algumas imagens (feitas no dia 6 de agosto) que antecedaram o evento e seguiram até o início do temporal em Rio Grande:

 Dois navios se cruzando nos Molhes da Barra com o céu ficando nublado às 16h06:

Fotografias: Luiz Henrique Torres. 

Da praia do Cassino em direção sudoeste se observa a nebulosidade cinza da linha de temporais às 16h12:

Aumento da nebulosidade em fotografia tirada da praia para a área urbana do Cassino. Às 16h14 a temperatura era alta para o inverno (24 graus) e a umidade superava os 90%:

Nuvens mammatus que indicam intensa turbulência, temporais e ventos fortes, às 17h13:

A frente de instabilidade observada no Cassino se aproxima rapidamente com muitos raios às 17h54:

Fortes ventos e início de chuva às 17h57:

O clarão no céu é da atividade elétrica que era muito intensa. Captar raios ainda é um desafio que não estou conseguindo realizar. Eram 17h58:

Fotografia com a luz externa ligada quando da chegada abrupta do vento e chuva torrencial às 17h58: 

Imagem de radar do temporal que atingiu Rio Grande com até 53 dBZ condizente com tempo severo. Em síntese: tivemos sorte, pois o cenário atmosférico era propício para danos estruturais e prolongada falta de luz: 

https://www.windy.com.

E, voltando a primeira imagem: ao ver aquele gigantesco ciclone, podemos dizer que nos saimos muito bem frente a esta terceira rodada de eventos do El Niño 2026

OLHOS DE GATO

 

Acervo: Luiz Henrique Torres. 

Esta é uma quadra com o selo Olhos de Gato de 30 réis. 

É a quarta série de selos emitida no Brasil e a primeira com selos coloridos. 

Os selos de 10 e 30 réis eram impressos na cor azul claro. O de 280 réis na cor vermelha e o de 430 réis na cor amarela. 

A circulação iniciou em 1854 e, em 1861, foi realizada uma reimpressão. Estes selos circularam até 1866 quando são lançados os selos com a efígie de D. Pedro II. 

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

UM NAVIO DISTANTE DEMAIS

 

Praia do Cassino. Fotografias: Luiz Henrique Torres, 30-07-2026, 15h52. 




Beira-mar da Praia do Cassino: este navio estava a cerca de oito quilômetros do local que foi realizada as fotografias. 

A embarcação cruzou os Molhes da Barra do Rio Grande saindo em direção ao Oceano Atlântico. Na sequência começou a tomar a direção norte da costa brasileira. 

A primeira fotografia, no alto, mostra o que o meu olho conseguia observar: o minúsculo ponto na vastidão do mar. 

Porém, o zoom do smartphone possibilitou aproximar oticamente aquele navio distante demais. 

OS OLHOS DAS TORRES DA IGREJA

 

Fotografias de São José do Norte com recorte na Igreja Matriz São José. Luiz Henrique Torres, 05-08-2026, 14h40. 





Tarde nublada e a Lagoa dos Patos agitada. 

Do Cais do Rincão da Cebola (Rio Grande), num primeiro olhar, é difícil distinguir os prédios na margem oposto em São José do Norte. 

As duas torres da Igreja Matriz São José são pontos tênues. 

Nada como acionar o zoom ótico do smartphone para aproximar a imagem. 

O resultado está nas fotos acima. 

A fachada está voltada para Rio Grande e os olhos das torres nos observam desde a inauguração em 1860.

À ESPERA DO VENDAVAL

 

Cais no Rincão da Cebola. Fotografias: Luiz Henrique Torres. 05-08-2026, 14h40. 

Doca do Mercado Público em direção ao Porto Velho. 


Eco-Museu da Ilha da Pólvora. 

Dois helicópteros da Marinha do Brasil e São José do Norte ao fundo. 

Imagens da Lagoa dos Patos junto ao Rincão da Cebola e Cais do Porto Velho nesta quarta-feira, 5 de agosto. 

Tempo nublado, águas revoltas, nível alto. Pouco depois das fotografias, começou uma intensa chuva acompanhada de descargas elétricas. 

Ao longo da quinta-feira este espaço será pequeno para inúmeras embarcações de pescadores que buscarão refúgio. Em alto mar, a velocidade do vento poderá chegar a 170km/h. 

A terceira rodada do El Niño 2026 está prevista para hoje, quinta-feira, e para amanhã, sexta-feira.

Um intenso ciclone (poderá ser um ciclone bomba em alto mar) vai desencadear uma linha de instabilidade com tempestades fortes a severas. Na sequência, serão muitas horas de rajadas fortes de vento na Metade Sul e Leste do Rio Grande do Sul.

Conforme a MetSul Meteorologia: "As rajadas de vento pelos vendavais na passagem da linha de instabilidade podem atingir 70 km/h a 100 km/h na maioria das cidades gaúchas e em vários departamentos do Uruguai, mas em alguns pontos as tempestades devem ser severas com vendavais até violentos em que as rajadas podem ficar entre 100 km/h e 150 km/h com alto poder de destruição localizado. Todas as regiões do Rio Grande do Sul têm risco de tempestades fortes a severas com vendavais na passagem da linha de instabilidade, mas os dados apontam um risco maior de vendavais intensos a localmente destrutivos no Oeste, Centro e o Sul do estado, além do Uruguai (...) Após a passagem da linha de tempestades com vendavais de curta duração, Uruguai e o Rio Grande do Sul devem ter vento forte a intenso por horas pela atuação do campo de vento do ciclone já maduro em mar aberto. O tempo estará ventoso, acompanhando o ingresso de uma massa de ar frio, em grande parte do Rio Grande do Sul na sexta, mas, como é o normal na atuação de ciclones, as rajadas mais fortes devem se dar nas Metades Sul e Leste do estado pela proximidade com o centro do sistema. O vento se intensifica em áreas do Sul e da Campanha no final da quinta e no começo da sexta com rajadas por várias horas seguidas de 70 km/h a 90 km/h. Isoladamente, o vento ciclônico pode ficar perto e passar dos 100 km/h. O maior risco de rajadas acima de 100 km/h é para o Litoral Sul entre o Chuí e Rio Grande" https://metsul.com/ciclone-poderoso-trara-vendavais-violentos-estragos-e-falta-de-luz/ 05-08-2026, 11h45.

SANTA CRUZ DO SUL (1925)

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=29805160&ctd=39

Num primeiro momento, esta é uma vista enigmática da cidade de Santa Cruz do Sul no ano de 1925.  

Pouco depois, identifiquei o espaço pois, muitas vezes, percorri a pé e de automovel esta rua.  

A distância temporal é de cerca de um século e as mudanças são quase totalizadoras. 

Ao fundo, o georeferenciamento está na torre da antiga capela/igreja construída em 1863. A atual Catedral São João Batista em estilo neogótico e duas torres, começou a ser construída em 1928. Prédios no lado direito da igreja são do hospital. 

Esta é a Rua Marechal Floriano nas proximidades (algumas dezenas de metros) da tradicional Casa de Chá/Café Colonial Pritsch

Nas subidas e descidas de Santa Cruz do Sul este é os altos da Rua Marechal Floriano proximidades da Rua Joaquim Murtinho. 

A área urbana da cidade, em 1925, tinha apenas uns 5 mil habitantes. Atualmente, supera os 120 mil habitantes. 

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

ECHO DO SUL (1900)

 

https://www.hortencioleilao.com/peca.asp?ID=31814727&ctd=678

Recibo do pagamento da assinatura anual do jornal Echo do Sul da cidade do Rio Grande. 

Período de assinatura entre janeiro a dezembro de 1900. 

O Echo do Sul, além de periódico diário, também oferecia serviços de "especialidades em obras tipográficas". 

O jornal começou a circular na cidade do Rio Grande em 1858 e, nos primórdios do ano de 1900, afirmava ser o "jornal de maior circulação no sul do Estado" do Rio Grande do Sul. 

terça-feira, 4 de agosto de 2026

SERVIÇO AÉREO CONDOR (1937)

 

https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=31903089&ctd=164

Cartão-postal natalino de divulgação comercial da empresa aérea Condor

Imagem do litoral brasileiro no verão do Hemisfério Sul e de montanhas europeias com neve no Hemisfério Norte. 

Em dois dias, era possível ir do Brasil a Europa através do Serviço Aéreo Condor e Lufthansa. O primeiro voo postal transatlântico direto pela Condor foi realizado em fevereiro de 1934. 

Este cartão do Correio Aéreo circulou em 1937. 


https://www.filatelicajungesleiloes.com.br/peca.asp?ID=31903089&ctd=164

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

PRAÇA DOM SEBASTIÃO (1904)

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?Id=29805122

Cartão-postal sem identificação de editor. 

Circulou de Porto Alegre para Rio Grande com manuscrito e carimbo de 6 de outubro de 1904. 

O cenário é a Praça Dom Sebastião em Porto Alegre. 

Ao fundo a Avenida Independência com a Igreja de Nossa Senhora da Conceição (construída entre 1851 a 1890) e o prédio do Hospital da Beneficência Portuguesa inaugurado em 1870. 

domingo, 2 de agosto de 2026

NAUFRÁGIO EM TORRES (1960)

 

https://www.bvcolecionismo.lel.br/peca.asp?ID=31898565&ctd=50

Cartão-postal fotográfico do editor Foto Feltes mostrando o navio Avahy que naufragou no litoral de Torres

No dia 15 de março de 1960, o cargueiro nacional Avahy se chocou nas rochas da Ilha dos Lobos e se partiu. A tripulação foi resgatada e parte da carga de enlatados foi parar na praia. 

Os vestígios visíveis deste naufrágio desapareceram na década de 1990.