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| Almanak Literário e Estatístico do Rio Grande do Sul para 1917. https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829447/per829447_1917_00029.pdf |
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| https://www.harpyaleiloes.com.br/peca.asp?ID=21798873 |
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| https://www.harpyaleiloes.com.br/peca.asp?ID=21798873 |
A proposta deste blog é instigar a leitura, o conhecimento e a investigação dos processos históricos. Livros com temas ligados a História do RS e Hist. do Município do Rio Grande estão disponíveis para leitura ou download. Também serão abordados temas de "História e Terror", "Literatura Fantástica", "Graphic Novel-HQ" etc. Administradora: Rejane Martins Torres. Facebook: Professor Torres
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| Almanak Literário e Estatístico do Rio Grande do Sul para 1917. https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829447/per829447_1917_00029.pdf |
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| https://www.harpyaleiloes.com.br/peca.asp?ID=21798873 |
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| https://www.harpyaleiloes.com.br/peca.asp?ID=21798873 |
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| Almanak Literário e Estatístico do Rio Grande do Sul para 1910. https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/829447/per829447_1910_00022.pdf |
Alfredo Ferreira Rodrigues retoma a polêmica sobre às raízes históricas do Hino da República Rio-Grandense.
O historiador reproduz a letra do Capitão Serafim José de Alencastro com música do maestro Joaquim de Mendanha.
Com base na música de Mendanha, Francisco Pinto da Fontoura teria escrito a letra do atual Hino Rio-Grandense. Há outra versão da letra publicada no jornal farroupilha O Povo em 1839. Para Alfredo Ferreira Rodrigues este seria o Hino oficial dos Farroupilhas.
Ainda segundo Rodrigues, Francisco de Paula Chaves Campello (que foi Vice-Intendente em Rio Grande), conhecia o hino que era tocado por seu pai o capitão farroupilha Manoel dos Santos Campello. Para Francisco Campello, a música de Mendanha teria sido adaptada de uma valsa de Strauss (o velho) que ele ouviu num teatro da Europa. O capitão Campello teria confirmado que Mendanha adaptou a música a partir de uma valsa.
Alfredo Ferreira Rodrigues era um rigoroso observador do cotidiano e pesquisador documental. No mínimo levantou hipóteses a serem investigadas: qual foi a valsa de Strauss que foi plagiada? Se realmente foi?
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| No lado direito da fotografia, próximo a margem da Lagoa dos Patos, está a rua Francisco Campello. Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. Meados de 1950. |
Imagens deste ensolarado dia 29 de maio em que a Lagoa dos Patos se manteve alguns centímetros abaixo do transbordamento.
Destaco a necessidade das pessoas evitarem tocar na água sem proteção e lavar bem o corpo no caso de contato. Muito material biológico e químico pode estar presente. Constatei ao fotografar uma tartaruga (Trachemys dorbigni) -que se debatia em busca de abrigo junto ao cais-, que um material em suspensão boiava em sua volta. Pode ou não fazer parte da mancha de sedimentos que se deslocou do Guaíba.
Lamentei não ter um passagua para ter resgatado a tartaruga e encaminhado para a Polícia Ambiental (PATRAM). A correnteza, a falta de local para descanso e a água poluída não deve ser nada saudável. O impacto na fauna que vive na Lagoa dos Patos exigirá monitoramento.
Um dia de cada vez. Hoje é apreciar as visões de um cotidiano que começa (tenhamos paciência) a se reestruturar lentamente.
Fotografias: Luiz Henrique Torres, 29-05-2024, 16-16h30.
Fundos da Biblioteca Rio-Grandense..jpg)
| Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. |
A Fábrica da Leal Santos em Rio Grande foi estabelecida na Rua General Portinho. Por volta de 1910 era este o cenário naquela área.
Fica a pergunta: que água é esta e o que o pequeno barco está fazendo próxima ao muro da fábrica?
Esta é a Lagoa dos Patos e o barco se sente em casa: pode estar se deslocando para o Hospital da Santa Casa, para o Bosque, para a Ilha dos Marinheiros ou Torotama etc.
A água ocupava o que hoje conhecemos como Rua Francisco Campello e ainda avançava um pouco na Rua General Portinho. O prédio da Justiça Federal, Museu Oceanográfico, Iate Clube etc são frutos de aterramento e do encolhimento da Lagoa dos Patos.
O olhar no presente se acostuma com a terra firme, porém, grande parte da terra firme em Rio Grande é fruto de aterramentos da Lagoa dos Patos e do Saco da Mangueira.
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| http://memoria.bn.br |
No Almanaque Literário e Estatístico do Rio Grande do Sul para o ano de 1907 são anunciadas duas empresas sediadas na cidade do Rio Grande.
Portugal, Mattos & C. atuando com Exportação e Importação com armazém e depósito na Francisco Campello n. 10.
A Fábrica de Fumos e Cigarros Alliança de Miguel José de Araújo e Comp. estabelecida na Rua Riachuelo n.3. Esta fumageira atuava com as marcas: Mensageiros, Caçadores e Havanezes.
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| Alfredo Costa. Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Globo, 1922. Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. |
Uma fotografia da diretoria da Câmara do Comércio traz a imagem do então presidente Francisco de Paula Chaves Campello (sentado ao centro).
Fotografias mostram o público estudantil e responsáveis do Colégio Marista (São Francisco), Colégio Nossa Senhora da Glória e da Escola de Aprendizes Marinheiros.
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| Rua Riachuelo em 1865. Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. |
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| Primeira série de Arcádia (1867). Acervo: Biblioteca Rio-Grandense. |