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| Berlinische Priviligirte Zeitung (Berlim) quinta-feira, 2 de abril de 1755. |
O relato de vampirismo a seguir, foi publicado em meados do século XVIII. Está relacionado a uma mulher praticante de curandeirismo e esclarece da prática do ritual antivampiro: o túmulo é profanado e o corpo tem a cabeça cortada, o coração perfurado com uma estaca e o corpo queimado numa fogueira. Um último aspecto do ritual antivampiro é lançar as cinzas em água corrente de um córrego ou rio.
A fonte é o jornal Berlinische Priviligirte Zeitung de quinta-feira, 2 de abril de 1755, publica a notícia de eventos ocorridos em fevereiro do mesmo ano em Hersmsdorf na Alta-Silésia:
"Rosina Polakin era uma bruxa que praticava curandeirismo e reapareceu como vampira dois anos e meio depois de sua morte atacando muito aldeões que se transformaram em vampiros. Trinta túmulos foram escavados e foram identificados vinte vampiros que apresentavam sangue depois de um ano de sua morte. Suas cabeças foram cortadas, os corações perfurados e os corpos queimados até virarem cinzas".
A rainha da Áustria Maria Teresa, mandou publicar um “decreto vampiro” (em 1 de março de 1755) para proibir a profanação de cadáveres e combater a superstição ligada aos mortos-vivos que resultava em inúmeras profanações em cemitérios.
Retomando o tema, o jornal Berlinische Priviligiren Zeitung do dia 8 de maio de 1755 declara apoiar a rainha Maria Teresa no combate aos violadores de túmulos para que estes fossem punidos com rigor pois nova profanação ocorreu em Hersmsdorf.

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