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Na segunda-feira, dia 28 de setembro, a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOOA/EUA), publicou dados sobre a anomalia de temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Central. Na região Niño 3.4 a temperatura chegou a +3,1ºC.
Conforme a MetSul Meteorologia: "O valor é recorde e jamais observado neste índice nos tempos modernos, superando o recorde anterior de +3,0ºC, durante o episódio do Super El Niño de 2015-2016. A marca histórica não surpreende, uma vez que por meses se alertava que este evento acabaria sendo extremo e com potencial de se transformair no mais intenso em séculos". https://metsul.com/el-nino-se-torna-o-mais-intenso-da-historia-moderna, 28-09-2026, 07h28. Oficialmente, estamos em Super El Niño com possibilidade de até o final de 2026, a temperatura chegar a +4,0ºC.
A MetSul também alerta:
"Ao se ler que o El Niño atinge intensidade sem precedentes, não se deve interpretar que haverá consequências com magnitude jamais vista. A relação entre intensidade do evento e suas consequências não é linear. Em outras palavras, o fato deste El Niño ser o mais intenso da história não necessariamente significa que o Sul do Brasil terá as maiores enchentes da história ou o Norte e Nordeste a maior seca já observada. Uma série de fatores atmosféricos em paralelo ao El Niño, e que variam muito, determinam que as consequências sejam mais ou menos graves nos diferentes estados brasileiros a cada episódio". https://metsul.com/el-nino-se-torna-o-mais-intenso-da-historia-moderna/ 28-09-2026, 07h28.
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