Observar cenários que são inviáveis de serem vividos ou contemplados, in loco, pela maioria das pessoas. É sentir espacialidades diferenciadas, distantes, mas que podem ser imaginadas... Se colocar como personagem destes cenários naturais dá uma sensação de leveza e superação.
A parte inicial deste vídeo, cerca de cinco minutos, é uma reflexão filosófica e poética do sentido da finitude (é a referência a postagem poética do título). Na sequência, é como viver sozinho numa ilha no Rio Juruena no Mato Grosso.
Enfim... é convite para entrar em outra sintonia cerebral.
A HISTÓRIA DE UM CASAL QUE MORREU DE MÃOS DADAS. A ILHA DA MORTE. MINHA CASA.
https://youtu.be/ICRAIbDJ8Mg
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