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Desenho e texto em italiano, do ano de 1762, de uma galera com bandeiras corsárias (acervo do Archivo General de Simancas).
Um navio corsário era constituído por um comandante e sua tripulação que recebia uma carta de corso de uma marinha (como a Inglaterra ou França) permitindo atacar e pilhar os navios de uma nação inimiga. Já os piratas atuavam com interesses particulares de enriquecimento sem reconhecimento ou apoio de uma nação.
Tratava-se de um navio pirata legalizado para o ataque e pilhagem da carga. O butim era compartilhado entre os corsários e a nação que lhes deu a carta de corso. Desta forma, se enfraquecia a marinha e o comércio mercante de uma nação inimiga sem precisar usar a própria marinha do país. A Inglaterra e a França utilizaram muito esta estratégia para enfraquecer a Espanha. Ouro e prata retirados da América muitas vezes foram saqueados por navios corsários. Os combates poderiam levar ao afundamento das embarcações espanholas e a perda material total.
Os corsários atuaram entre os séculos XVI a XVIII, e a prática foi se enfraquecendo até sua proibição oficial com o Tratado de Paris de 1856.
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