A
história interage no presente e o patrimônio exterioriza-se da matéria inerte
na dependência da observação culturalmente trabalhada pelos indivíduos.
Vivenciar além da reprodução mecânica dos atos no dia-a-dia e observar as
múltiplas temporalidades que convivem no presente – a vida como um fluxo do
tempo em que parte da memória está inerte no patrimônio – é certamente um
desafio.
Instigar a projeção de algumas observações sobre os lugares e o tempos
invisíveis que estão disseminados pela cidade do Rio Grande é uma das motivações deste blog.

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