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| Jean Debret, Loja de Carne Seca, 1825. Casa comercial de venda de charque no Rio de Janeiro. |
John Luccock, em 1809, considerou Rio
Grande como “o maior mercado do Brasil Meridional” destacando que os principais
negociantes da Capitania estavam estabelecidos na Vila. O progresso e o
desenvolvimento da Vila do Rio Grande advieram da sua função comercial e da
ação interessada e direta de seus comerciantes, diante de seus problemas mais
graves, substituindo a inércia a que a câmara local se via obrigada em razão de
contar com rendimentos que não garantiam, sequer, a sua própria manutenção.[1]

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